Caracterização
Povoação antiga e rica em património histórico e arquitectónico, existem ainda nos seus arredores alguns vestígios das civilizações proto e pré-históricas. Em 1284 D. Dinis concede-lhe foral e em 1392 D. João I fê-la porto franco. No reinado de D. Afonso V, para a repovoar, torna-a "couto de homiziados", para aqui enviando reclusos e criminosos. Esta medida é reforçada por D. Manuel I e, mais tarde, por D. João III. Em 1512 D. Manuel confirma o foral velho e procede à reconstrução do forte da Ínsua. Durante a guerra da Restauração (1640), a vila tornou-se numa pequena praça de guerra. Na fase final das guerras entre liberais e absolutistas, Caminha, como boa parte das praças-fortes do Norte, esteve em poder dos Miguelistas.
Monumentos
Elegemos estes monumentos da região: o Dólmen da Barrosa, o Calvário, a Ponte Românica, Fortes do Cão e da Lagarteira, Forte da Ínsua e a Casa da Torre. Aconselhamos a visita ao centro histórico de Caminha.
Gastronomia
As iguarias colocadas à disposição de quem visita Caminha são fartas e variadas, donde se destacam o sável de escabeche frito, o arroz de lampreia, e a confecção de mariscos.
Feiras, Festas e Romarias
As festividades são inúmeras na localidade, por isso apenas nomeamos: a Festa de Sta. Rita (2º domingo de Agosto), a Festa de Sr.ª da Agonia (3º domingo de Agosto), a Romaria de Corpo de Deus (Junho), a Festa do Sr. dos Mareantes (Dezembro) e os Santos Populares (S. Pedro e S. João), em Junho.
Artesanato
No artesanato é de destacar a cestaria, as rendas e bordados, a fiação, a talha e os barcos em miniatura.
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